Porque ser solteira hoje em dia, é muito difícil!

Olá, gente, quanto tempo não dou as caras por aqui. Mas finalmente encontrei uma inspiração que mover a abrir a boca melhor mexer os dedos. – Rs – Então, meu povo, seguinte, faz cerca de um ano e pouco que estou solteira, depois de longos anos a fio de um namoro. Relação a qual nasceu láaaaa no final da minha adolescência e findou já na meia idade adulta, meus 26.

Pois bem, passado esse um ano e alguns quebrados, vivenciei diversas experiências desse mundo dos solteiros, coisa que a maioria dos jovens costumam experimentar aos 20, vinte e pouquinhos, tive o prazer e até alguns desprazeres de saborear aos 26. Porém, uma coisa me intriga e me deixa questionadora e creio eu que a maioria das mulheres também pensem ao menos por algumas horas de suas semanas no tema. Por que é tão difícil arrumar um namorado, nos dias atuais?!

A partir daí, levantam-se muitas questões e divagações. Como por exemplo, o que eu tenho que fazer pra chamar atenção não superficial de um cara legal? Ou ainda, por que raios várias pessoas dizem que estou sozinha porque quero, pois uma mulher bonita inteligente e etc. só fica sozinha porque quer. Ahhhhhhh, que isso me revolta!!! Rrrrrr Não! O mercado é que está escasso!!! Não é mulherada?!

Não é que a gente não queira, é que muitas vezes os que surgem e te atraem, de todas afirme-se, ou tem defeito (comprometido, enrolado, casado e afins), ou, os que topam algo bacana com você, não é teu número, não faz sua cabeça. O que levanta mais uma questão, por que cargas d`água eu só “gosto de quem não gosta de mim”? Como já cantava Renato Russo. Enfim, é como costumo dizer, muitos dizem que “tá casado”, mas não capado, que não estão mortos. Mas de que adianta afirmar macheza, se no campo dos solteiros, eles são todos bancos de reserva? Hein?!

O pior é que esses são os que mais aparecem! Aff!

Gente, é uma dificuldade. Todo esse tempo e ainda não encontrei alguém que pudesse ficar comigo, tranquilamente, que pudesse oferecer atenção, carinho e tivesse o principal, né meninas, liberdade de tempo. Ou seja, alguém que possa atender seu telefone sem problemas qualquer dia da semana, ou possa te ligar. Alguém que possa caminhar no calçadão na manhã de domingo, sair no meio da semana pra dançar um funkão louco, sem sustos ou armações.

Desses assim, só nos resta fugir, até como forma de defesa. Afinal, mulher é bicho besta, diz: – não vou apegar, não vou apegar… Pronto, se apegou! “Oh, bicho besta”! Parafraseando um forrozinho gostoso. E, os que se interessam, acabam coitados, vivendo o dilema Legião Urbana supracitado. Fazer o quê, com uma manga azeda dessas… chupar e depois dormir com um barulho desses. É o que resta!

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Há quem ache que esta é a melhor forma de protestar contra o consumismo

Arremesso de celular Finlândia

Arremesso de celular Finlândia

Acontece em outubro próximo um campeonato um tanto quanto irreverente. Afinal, é preciso lançar ao ar aparelhos celulares, qualquer que seja, caro, barato. Esta é a segunda edição do Campeonato Sul-Americano de Arremesso de Celular. Junto deste, acontece o primeiro Campeonato Mundial de Arremesso de Notebook. Tudo isso, na Semana da Segurança Empresarial de Itaipu que comemora os 35 anos da segurança na e da Hidrelétrica Itapu Binacional.

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Projeto Usina de Cidadania sensibiliza jovens dos arredores da Maré e Manguinhos

Usina de Cidadania

Usina de Cidadania

Educar fazendo arte. Essa é a linha de trabalho do Projeto Social Usina de Cidadania da Refinaria de Petróleo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Situado nas instalações do antigo clube de funcionários da indústria, o Usina de Cidadania consegue fazer valer a lei da educação ambiental, que prevê a junção da educação formal com tema ambiental. E isto, em seu mais amplo sentido, a transversalidade.

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Agressividade, fobia, ansiedade e hiperatividade já não são exclusivos do homem

Melhor amigo do Homem

Melhor amigo do Homem

Já se foi o tempo em que distúrbios comportamentais eram problema do bicho homem. Agora, até animais sofrem comessas doenças da modernidade. Como é o caso dos cães. Os casos variam de medos extremos, ou seja animais fóbicos, ansiedade e até a agressividade. Problemas estes, que podem requerer tratamento com medicações, como acontece com a espécie humana.

Muitas vezes, o próprio dono é quem empurra o seu animal para esse abismo. Mas há solução, como afirmam os donos da empresa paulista – especialista em comportamento e treinamento de cachorros – Dogwalker, Raquel Hama e Paulo Carreiro, 32 (ambos). Há oito anos nesse mercado.

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